Nome: Cristina Rubina
Idade: 38 anos
Local de trabalho: Sála, Lisboa
Percurso: Oasis Backpackers Hostel, Ministerium. Esperança, Hotel Pädaste Manor, Le Moulin de Connelles, Grupo Marlene Vieira


Como és enquanto cozinheira?

Acima de tudo, sou uma pessoa dedicada e persistente. Ainda trabalho com o coração!

Que produtos improváveis resultam muito bem?

Tripas, natas e mostarda, como aprendi na Normandia.

Se não fosses cozinheira o que terias sido?

Seria arquitecta, a minha primeira formação e profissão que abandonei pela vontade de ser cozinheira. Há muitas semelhanças entre estes dois mundos, ao contrário do que se possa pensar. Costumo dizer que misturava materiais de construção e texturas e hoje misturo ingredientes e texturas com a mesma finalidade: o equilíbrio. Prefiro o equilíbrio da cozinha.

O que esperas da final do Chefe Cozinheiro do Ano?

Se na final, independentemente do lugar ou posição em que fique, sentir que fiz uma boa prova, já ganhei. O pódio é um bónus para todo o trabalho desenvolvido até então. E tendo em conta as circunstâncias actuais, seria um bónus pela coragem de quem continuou o caminho sem desistir no percurso.